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Impressões dos hóspedes sobre o Hotel.

Por Alexandra Forbes em fevereiro de 2008 Vocês que estão presos em escritórios urbanos, morram de inveja: faz um calor senegalês e, pra minha alegria, continuo em Ilhabela (leia mais posts sobre a ilha clicando aqui e aqui). Muuuuuuitos verões atrás, quando eu era editora da revista VIP, uma vez por ano eu vinha para o Litoral Norte paulista e pingava de pousada em pousada durante algumas semanas, experimentando e fotografando tudo. Depois reunia os melhores achados no chamado Guia das Praias. Ainda me lembro, como se fosse hoje, de quando descobri uma pousada que, na época, me encantou, chamada Maison Joly, encravada num morro atrás do centrinho turístico da Ilhabela, a Vila. Nunca tinha visto aquilo: escadas super íngremes levando aos apartamentos encarapitados numa pirambeira, cada um decorado de um jeito, com janelas panorâmicas nos banheiros, jacuzzis nas varandas, redes e quartos super espaçosos. Pois esta semana voltei lá e, pra minha alegria, vi que continua tudo do jeito como eu me lembrava. O café da manhã farto e caprichadíssimo (e sem hora pra terminar, pros hóspedes poderem dormir até a hora que quiserem) ainda inclui o ovo Joly, cuja gema fica molinha depois de frita no centro de uma fatia de pão dourada na frigideira. A piscina ainda tem a mesma vista fantástica. O que mudou, desde aquela época, foi o restaurante. O dono, o simpatissíssimo Júnior Joly, construiu um espaço novo e maior, debruçado para o mar, com sofás, almofadas floridas e mesas com vista incrível. O restaurante não é novidade: foi inaugurado quatro anos atrás. Mas Júnior tinha resolvido servir apenas seus hóspedes, segundo ele por questões de segurança (levei o maior susto quando me contaram que aqui aconteceram muitos assaltos nos últimos anos). Por essas e outras, só neste verão foi que ele resolveu abrir pro público em geral. A pousada é cara, então as pessoas devem supor que o restaurante também seja, mas na verdade os preços equivalem aos de qualquer outro bom restaurante da ilha, como o famoso Viana, por exemplo. E a comida é bem gostosinha, pelo gosto a gente percebe que é coisa feita com capricho. Estava bom meu carpaccio, idem a casquinha de frutos do mar, mas achei especialmente saboroso um velho clássico da casa, os filezinhos de mignon com penne ao limão, que eu me lembro de ter experimentado numa visita passada. Resumindo: mesmo que você não se hospede lá, a Maison Joly é parada obrigatória pra quem vai à ilha, por unir boa comida e vista panorâmica. É o tipo do lugar pra levar a cara metade e ficar de namorico, a conversa ao pé do ouvido embalada pela bossa nova ao vivo, as luzinhas de São Sebastião, lááááá longe, brilhando no escuro, a brisa quente de verão soprando suavemente. Se melhorar, estraga…

texto do blog Bistrô Pimenta da jornalista Luciana Lancellotti. Primavera. Não, não me refiro à estação que, no Brasil, chega em setembro, renovando ares e trazendo esperança e cores. Escrevo sobre a buganvília, popularmente conhecida como primavera, que floresce o ano todo, enchendo de poesia os lugares que enfeita. Um deles fica em Ilhabela, no litoral de São Paulo, e chama-se Maison Joly. Ali ela cresce percorrendo telhados e colorindo terraços debruçados sobre o mar (foto). Nas suítes, as primaveras são espalhadas gentilmente sobre piso e lençóis, como forma de dar boas-vindas aos hóspedes. E nos pratos, executados com carinho pela chef Maura de Andrade, lá estão elas, novamente. O café-da-manhã é servido nos quartos: porcelanas especiais, talheres e bules em prata ajudam a encantar quem desperta. Se o dia for ensolarado, daí já é covardia... E se estiver chovendo, não tem problema, afinal, quem se incomoda em ficar "trancado" em um lugar tão mágico? À mesa, frutas selecionadas criteriosamente, frios, pães quentinhos, rabanadas, ovos joly (escondidos dentro de uma fatia dourada de pão de forma, uma originalidade deliciosa do lugar) e vários tipos de bolos, que seguem um princípio: "Escolhi receitas que resgatam lembranças de infância: chocolate, banana, fubá e laranja", conta Junior Joly, proprietário do hotel. Os bolos são individuais e frescos e, se todos são especiais, um deles abusa desse direito. É o de laranja, brilhante e perfumado, com massa clara e aerada, generoso em raspas da fruta, coberto com uma calda fininha, su

Maison Joly, inigualável Data: 24/06/2007 por Roberto Lucato Domingo passado incluímos em Mapas e Estrelas alguns aspectos de Ilhabela, uma das regiões mais inesquecíveis do Brasil e, indiscutivelmente, do Litoral Norte paulista. Hoje o destaque será para Maison Joly, um dos mais sofisticados destinos da ilha. Situada a 80 metros do nível do mar, a Maison é um complexo oferecendo 10 confortáveis suítes, totalmente diferentes, incluindo exclusividades: terraço com banheira de hidromassagem e apartamentos com piano. Os TV’s são de 29 polegadas e os aparelhos de ar-condicionado, às vezes, contrastam com lareiras. Porém, todos estes detalhes, descritos a seguir, são incomparáveis levando-se em conta o atendimento personalizado. Amável. Interessado. Vamos desvendá-la.

ave e adocicada. Sim, fui má ao descrever os detalhes, deixando você com água na boca. Mas anime-se: a receita será o tema da próxima postagem.

Carlos Moraes editor da Revista Icaro Varig -

Maison Joly - por Leo Jaime 2007 --- Acabo de voltar de Ilhabela, onde estive para o final de semana, hospedado no maravilhoso Hotel Maison Joly. Difícil descrever como é, mas imagine ter uma mansão na praia, vista linda, de cima do morro, com todo mundo em volta no maior astral e te tratando muito bem? pois é. O Ron Wood, dos Stones, já passou por isso e os reis da Suécia também. Embora seja um hotel com pinta de casa, com muito mais charme e arte do que exatamente luxo. Essa é a diferença, aliás. Bom bosto e luxo nem sempre andam juntos. Aconchego e hospitalidade são mais difíceis de conseguir do que rigor e profissionalismo. Isso me faz pensar em uma coisa: em geral, no Brasil, o dinheiro anda acompanhado de valores caretas e muito tradicionais. É como se o sucesso tivesse como pré-requisito o conservadorismo. E o cara dos Stones? Ele está longe de ser pobre mas não se encaixa neste padrão. No mundo todo é assim: há opções de vida boa para diversos estilos de vida escolhas de estilo. Em primeiro lugar é preciso gostar do sucesso. Aqui, e já dizia Tom Jobim, o sucesso é visto como uma doença, algo indigno, e se acompanhado de fortuna ainda mais grave. Nunca estive neste patamar, não tive a chance, mas sou dos que acha que o luxo devia estar ao alcance de todos. Algum tipo de luxo, vários tipos de luxo, e em especial os que se baseiam em talento e significados, e não em bens meramente materiais. Se é que me faço entender. Vamos dizer assim: poder fazer uma viagem legal, comer bem e usar as roupas que lhe vão bem devia ser mais acessível. E iates ou acumular fortuna podia ser um pouco menos desejável ou fácil. Acesso. Bom, pra falar que estive num lugar maravilhoso por causa das pessoas e do jeito que elas pensaram na coisa. PAssando na porta você não imagina que possa ser tão legal. E se trocar os donos ou funcionários talvez deixe de ser. Muito especial. Escrito por Leo Jaime às 5:20 PM

Um lugar inesquecível Hospedar-se na Maison Joly é o melhor presente que um casal poderia dar a si mesmo, em qualquer época. Sinceramente, descrevê-la detalhadamente seria um trabalho agradável, resumi-la será complicado. Isto porque raramente temos a oportunidade de registrar tamanho bom gosto mesclando natureza e sofisticação. Não só isso, os diferenciais da Maison estão distribuídos em inúmeros e pitorescos detalhes, e diria, surpreendem. Tente imaginar um dos aposentos na Joly. As paredes, revestidas por tijolões antigos, contrastando entre pedras assimétricas decorando uma lareira; no teto, todo em madeira envelhecida, a harmonia de estilos. Ao centro, um ventilador, na lateral, sobre uma janela, ar-condicionado tipo “split”. A vista para o mar, incluindo São Sebastião, é tanto deste ponto como nos aposentos ao lado. O banheiro dá acesso ao terraço, com um aproveitamento criativo. Uma janela está assentada sobre a pia, em mármore, arrematando o conjunto: você escova os dentes aproveitando o visual do continente, das águas e barcos que circulam a todo o momento. Um toque de charme: um paralelepípedo faz as vezes de saboneteira, tendo ao lado um pote com chumaços de algodão, depois cremes hidratantes, loções e, completando, um porta-incenso. O banho também é diferenciado, com o chuveiro em forma de prato e água na temperatura desejada. A varanda deste apartamento ainda oferece, além da vista, uma mesa semicircular em torno de uma árvore, uma cadeira de ferro e, encostada em outra parede, uma banheira de hidromassagem. Dá para imaginar uma relaxante imersão, de uma sacada, contemplando o mar? Não gostou? Se preferir adicione algo inusitado, então. Na Joly os artistas são recebidos com todas as honras. Falando com os recepcionistas, em poucos minutos estará em seu quarto um cavalete para pintura incluindo guache e pincéis. A paisagem está logo à frente, o que lhe parece? Só para registrar, sua obra poderá permanecer exposta na casa, como estão algumas pinturas assinadas por hóspedes habituais. Alimentação Inspirada na culinária mediterrânea a cozinha artesanal da Maison Joly é sofisticada e sugestiva. Desde os cuidados no café da manhã (servido até a meia-noite), incluindo “Ovos à Joly”, citados pelo chef Alan, até pãezinhos e bolos feitos na própria pousada, todos os cuidados são observados. O interessante no restaurante é também sua belíssima vista, além de contar com um piano para noites românticas e uma decoração absolutamente contrastante: o novo, envelhecido; o antigo, revisitado. No prolongamento desta área existe um deck com mesas de ferro, iluminadas por vassouras dependuradas. Fascinante. Em um lance acima está a boate, Cantagalo, do próprio hotel, aberta em finais de semana com seleta visitação. A decoração colorida dos sofás, todos confortáveis, harmonizam-se com a utilização de pedras, vidros e madeiras tratadas. Outro piano permanece por ali, sobre um palco, à espera de um bom momento para alegrar corações. As laterais da Cantagalo são abertas, proporcionando também um visual inquietador: dá vontade de permanecer o resto da vida ali. Sutilezas Como observei, resumir as características da Maison July será, sempre, uma tarefa árdua e assim, dentro de mais algum tempo, Mapas e Estrelas voltará a descrever este local, incluindo outros apartamentos visitados pela reportagem. Por exemplo, detalhando a suíte presidencial, com quatro ambientes, incluindo lareira e espaço para pintura. Podem ter se hospedado nestes aposentos algumas celebridades como o Rei Gustav Carl Gustav VI, Ron Wood e Bob Keys do grupo Rolling Stones, além do estilista Olivier Lapidus, da atriz Regina Duarte, Torben Grael, Ana Paula Padrão, Adrianne Galisteu e Olacyr de Morais, dentre outros. Há um outro quarto com um piano disponível para os hóspedes e mais um, com piscina particular. Cada qual com uma história, à espera da sua vez. Um dia voltaremos no assunto. Completa o espaço Joly uma modesta, porém bem desenhada piscina, tendo ao redor cadeiras em madeira, na linha reta. Na parte alta, o espaço zen, destinado a manipulações corporais e faciais, ao lado de um fitness center. Vale destacar, ao final, outra característica importante da Maison. Como sua estrutura aproveitou um terreno íngreme, os quartos foram construídos em lances diferenciados, de tal forma que a privacidade dos hóspedes é mantida a todo instante. Desta maneira, o acesso aos diferentes níveis da Maison acontece através de escadas e corredores, também decorados com dezenas de orquídeas e primaveras. Olha, não dá para descrever mais nada por hoje, o espaço acabou. Mas, tente abrir um outro espaço, em sua agenda, e inclua a Joly para um final de semana com o seu amor. Ninguém voltará da mesma forma para casa... Depois de muitas campereadas mundo afora e Brasil adentro, minhas memórias de boa hospitalidade são bem dispersas. Envolvem três objetos no Japão, uma banheira nas cercanias de Santiago e um hoteleiro mago em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

Tóquio é uma cidade tão fascinante como para nós, pobres ocidentais, cansativa. Porque lá eles são muito ao contrário mesmo. Comem com pauzinho, escrevem com pauzinho, comem peixe cru, fazem doce de feijão, abrem a porta meio de lado e só dirigem na contramão. Te roubam um dia inteiro na viagem de ida e só devolvem na volta. Tóquio é fantástica, mas algumas placas de metrô não falam inglês, a cada esquina há uma saída de estádio em final de campeonato, trens passam como aviões pela tua cabeça e o cair da noite em Ginza parece século 22. E, de repente, no quarto do hotel: yukata, banheira funda e chá. A banheira funda nem chega a ofurô, amigável é a maquininha de fazer chá, e a yukata, um quimono curto, te dá a sensação de samurai em repouso. E o fato é, com os três juntos, se potenciando, o milagre se faz: o repouso é digno, o sono é profundo e, de manhã, outra vez aquela louca vontade de mergulhar no caos criativo das ruas.

Quero dizer que a vontade de bem acolher faz milagres quando materializada de forma sensível à geografia e à psicologia do lugar onde se está.

O que me remete a um inverno chileno de lascar. Eu era gaúcho e jovem e, afoito, fui conhecer uma estação de esqui, assim no mais: de tênis leve e jeans fino. Isso é jeito de passear na neve? Na saída, aliás, penso ter percebido um certo olhar perplexo da dona da pousada, mas para um gaúcho daquela idade as altas Cordilheiras brancas não passam de coxilhas mais reforçadas – e tordilhas. Bueno, só sei que, na volta, enrodilhado num ônibus com ventilação natural, eu simplesmente não sentia as pernas do joelho para baixo e para cima o resto todo tiritava. Meio azul cheguei na pousada e dona Stela sem falar nada me encaminhou direto para uma banheira de água quente. Passarão os anos, céus e terra passarão, que eu não esquecerei minha doce imersão naquelas águas abençoadas. Foi como nascer de novo. E depois teve a sopa, o conhaque. E a lição: mais que técnicas e relações públicas, a alma da hospitalidade é um atento e sincero olhar do hospedeiro sobre o hospedado. Dona Stela, aquele dia, me olhou e nem disse nada, foi encher a banheira.

Pulo para Ilhabela, em São Paulo, onde essa educação do olhar para o real momento do outro é especialmente levada a sério na Maison Joly. Talvez porque seu dono, Junior Joly, tenha vivido em mais de 80 endereços e aprendido a acolher e enraizar pessoas. Um dia, contemplando a Baía de Nápoles ao entardecer, sentiu que queria viver e receber pessoas num lugar assim. Deu Ilhabela, no alto de um morro, atrás da Matriz. Sua Maison, discreta na entrada, explode em graças a cada passo e cada apartamento leva em conta cada tipo de hóspede, em todos a jacuzzi na varanda dá sobre o azul do mar lá embaixo.

Para Joly, por mais segurança que aparente, o hóspede entra num hotel como entra num trem-fantasma, precisa de um tempo para relaxar, reconhecer a floresta, e aí é que entra uma equipe bem treinada para abreviar esse tempo de reconhecimento. A educação do olhar.

É da percepção correta do outro que, no hotel e na vida, gira a alma da hospitalidade. Mestre Joly ilustra com o caso do estrangeiro que chega a um hotel, amassado pela longa viagem, desorbitado pelo jet-leg. É um doente virtual, diz ele, de cabeça e de intestinos, e precisa de uma alimentação leve e um horário muito maternal para se recompor e começar a curtir.

Termino com um trecho de poema, um dado e um pequeno fato.

Num poema sobre a vida pobre e ascética dos primeiros gaúchos, Jorge Luis Borges diz que a hospitalidade era a sua única festa.

Estudiosos garantem que, ao lado do esporte, o turismo pode ser um grande fator de fraternidade e desarmamento espiritual entre os povos.

Esses dias, viajando pela Síria, um amigo pediu um sorvete de nata num mercado e o dono, quando soube que ele era brasileiro, se recusou a cobrar. De muitos amigos viajantes já ouvi histórias parecidas.

Tantas e tão constantes que fica a pergunta: será que, além de avião, soja e boa música, os brasileiros não podem ter, neste mundo tão divido, um papel muito especial na grande festa da hospitalidade?

Carlos Moraes

Carlos Moraes é jornalista e escritor, editor da Ícaro, revista de
bordo da Varig, e autor do recém-lançado Agora Deus vai te pegar lá fora (Record).




 

Maison Joly é um universo à parte.
Universo de charme e encanto,
De sonhos e afetos.

Maison Joly é refúgio de pura inspiração e contemplação,
De grande magia e poesia,
Além de tocar nossas almas com ampla alegria.

Maison Joly é simplesmente um lugar único,
Mas, acima de tudo, um lugar onde se realizam os nossos
Mais secretos sonhos.

Vera e Marcos Bensoussan


 

Caro Arnaldo,

Primeiramente quero agradecer pelos ótimos serviços prestados por todo pessoal do Hotel, qdo estivemos aí no último feriado, foi tudo realmente perfeito, voce e todos estão de parabéns. Falei com a Cidinha que adorei o bolo de laranja,servido tão lindamente no café da manhã, ela disse que tinha a receita no site, mas não encontrei. Ficaria muito grata se vc pudesse me arrumar "o segredo" daquela guloseima tão deliciosa. Não tenha pressa, somente qdo. for possível. Mais uma vez muito obrigada! sucesso e saúde a todos daí.

Um abraço

Rita Tessarini e Alex Lifschitz


 

Arnaldo,

Sueli e eu queríamos mandar-lhe este e-mail ontem mas não houve tempo, por isso o fazemos agora. Ficamos encantados com a MAISON JOLY, com o atendimento cordial de toda sua equipe, com a cidade, com o visual....com TUDO! Queremos agradecer, de novo, a atenção e simpatia com que Você, Délcio e todos os demais nos brindaram. Sentimo-nos, também, muito lisonjeados com a simpática atenção que Júnior, pessoalmente, nos dispensou. Tenha certeza de que voltaremos a nos ver! E, preferivelmente, por um tempo mais prolongado!

Abraços a Você, extensivos a todos da MAISON.

Sueli/Alceu


 

Hi Junior

You may remember us: the British couple who stayed at your wonderful hotel about three weeks ago. We were visiting Brazil for the first time and were making our way up the coast to Parati and then Rio. You were kind enough to recommend a couple of restaurants in Parati. We took your recommendation and ate at Parati 33 and Margerita, thoroughly enjoying both of them. Our thanks to you and your lovely wife for these suggestions.
In return, might I recommend a very pleasant place to have a drink in Parati: the Che Bar, General Ojorio (?) 241, owned and run by Mauricio. We particularly enjoyed it as the owner had lived in the UK so we were able to have a long conversation about Parati with him. En route to Parati, we ate at the Terra Papagalli in Ubatuba at the suggestion of one of your guests. I think his name was Luli (certainly not Lula!). If you see him again, please thank him also. Again, congratulations on a wonderful hotel and we hope we get a chance to visit you again.

Best regards
Jonathan & Penny Sindall

 

 


 

Grata surpresa

Prezado Junior Joly
Sou proprietario de uma pequena operadora de turismo aqui em Curitiba Pr, e tive uma grata surpresa ao saber que você como eu é um apaixonado por Bossa Nova
Dei uma navegada pelo site do hotel e realmente me imprecionei com a maneira cuidadosa que você apresenta o hotel e a forma extremamente correta e gentil no tratamento com os agentes de viagem. Espero em breve poder te fazer uma visita e desde ja te convido para vir a Curitiba. Um grande abraço Moises Matos

Ps Quando vir me ligue e não esqueça o violão

Blue Way Turismo
Av Batel 1750 Batel Curitiba Pr
41 3425975


 

Á direção Maison Joly Gostaríamos de elogiar o atendimento e a delicadeza dos pequenos detalhes que fazem desse hotel um lugar inesquecível . A atenção e a amabilidade do Arnaldo e da Maura são surpreendentes.

Rosana Moraes e Rodrigo Pedron 20/11/2007




Junior

Como vc está? espero que bem. Quem te escreve é o João Luis de Curitiba, estive ai o ano passado com minha esposa Carol. Aqui em Curitiba está tudo bem, Carol ficou grávida e nosso Filho Diogo nasceu em agosto, estamos todos felizes. Faço parte de uma comunidade de vendas, e recomendei o seu hotel e saiu publicado para nossa comunidade, são 83.500 pessoas.
Estou com saudades dai, mas o trabalho tem me tomado todo tempo, espero que em novembro possa passar uns dias ai.
Estou encaminhando para vc a matéria sobre o que saiu, se precisar entre em contato com o Raul Candelora que é o responsável por essa comunidade.

Abraços e $uce$$o sempre.

João Luis Aprigliano

P.S. Como vai sua filha já se formou? Quando estive ai ela estava ai e conversamos bastante. Também estive com um pessoa de Franca que me perguntou se sua ex esposa era de Franca? Ela acha que te conhece.


 

Caro Joly

Foi um grande prazer te conhecer e tocar nesta maravilha de lugar .Boas Festas em um 2003 cheio de saúde e música!!! Estando em SP disponha de nossas instalações.

Abração do Michel Freidenson

Ritmo Produções


 

PREZADO SR. JOLY JUNIOR

Foi um prazer estar hospedado em vosso hotel, Nos sentimos de muito recoompensados em passar um final de semana no Joly. A honofrabilidade de todos os funcionários, o intersse em servir bem, com certeza é o reflexo de um trabalho sério, desgastante, mas compensador, visto o resultado alcançado em tão pouco tempo. Uma equipe afinada. Com certeza o reflexo de um administrador sensivel, competente e interessado na excelencia do atendimento. Parabéns e até uma proxima estadia,

Cordialmente,

Reinaldo Segre e esposa.


 

Sr. Joly,

passamos o fim-de-semana em sua pousada e estou escrevendo para relatar o quando gostamos do lugar e para o parabenizar. Somos aquele casal com quem o Sr. e sua esposa conversaram um pouquinho sobre seus dias em Positano e Capri e sobre como a sua pousada nos lembrava estes lugares. Parabens pela beleza e cuidado com os detalhes, mas principalmente pela gentileza e qualidade do seu pessoal. Foram todos espetaculares, com destaque para o simpatico Mazinho e para a Fernanda. Certamente voltaremos muitas vezes e faremos a propaganda de sua pousada, pois vivemos ai um fim-de-semana muito gostoso. Ja estamos ate fazendo planos de passar uma semana ai em nossas ferias.

Um abraco e mais uma vez parabéns,

Aqui se tem a consciência milimétrica da divisa entre o prazer físico e espiritual. Em fração de segundos se passa de um a outro sem qualquer constrangimento, porque a natureza está aí, exuberante, gritando e convidando, assim como o aconchego desse hotel tão belo, onde adjetivos são sempre pobres e insignificantes para descrever.

Portanto, resta dar vivas à vida, celebrar e agradecer pela oportunidade de ter estado aqui, recebendo tratamento de reis em ambientes que podem se ombrear em beleza e conforto com qualquer relais chateau do mundo, com o personalismo de um bom gosto indiscutível, cercado de artes terrenas e do esmero do artista maior, superior.

Grande abraço de

Guto, Arminda e Lili